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GERAÇÃO Z - Faça As Mudanças Que Não Conseguimos Fazer no Mundo

June 25, 2019

 

Tenho acesso a muitos jovens da denominada Geração Z – aquela nascida a partir de meados da década de 1990 -, por dela fazerem parte tanto minha filha e seus amigos, quanto vários alunos e ex-alunos da graduação.

 

O que observei, ao longo do tempo, sobre essa geração, e, sobretudo, em relação às meninas/mulheres?

 

Primeiro. Sua infância não diferiu muito da infância da geração anterior. A diferença maior, pelo que pude constatar, foi que os assédios ou “bullings”, que sempre ocorreram, adquiriram formas mais transparentes, explícitas e, ao mesmo tempo, dissimuladas - devido às redes sociais e a inúmeros aplicativos que até então não existiam, onde era  possível assediar moralmente crianças, sem se identificar. É uma geração que não conhece muito bem o significado da palavra privacidade e que, em função disso, teve que lidar com a crueldade, humana e infantil, mais cedo e em uma escala maior do que a anterior. Até o momento, não sei avaliar se isso foi bom ou ruim.

 

O mesmo não pode ser dito de sua adolescência. Essa foi e é a geração mais conectada ao mundo virtual. E a mais movida a grandes festas, a funk, a bebidas alcoólicas, energéticos e “pegação” - se é que é assim que se fala. Namorar, nesse período, não era o maior valor, e, sim, divertir-se, dançar, amizade e apoio mútuo.

 

Contraditoriamente, ao mesmo tempo que consome bebidas alcoólicas - na minha opinião, em uma proporção prejudicial à saúde -, essa geração, desde a adolescência, é muito preocupada com alimentação e estilos de vida saudáveis. Sobretudo as meninas, que estão sempre se informando sobre esses e todos os outros assuntos de seu interesse.

 

Uma outra característica relevante desse grupo é que seguem influenciadores digitais. E realmente consideram o que eles dizem.


O fato é que chegaram ao final do ensino médio com as mesmas questões em relação ao futuro que as demais gerações: com inseguranças em relação a profissão a escolher.

 

Felizmente, bem ou mal, entraram para as universidades e começam a se inserir no mercado de trabalho. Querem muito trabalhar, sobretudo no que gostam. E correm atrás disso. Muitos são empreendedores por natureza.

 

A lamentar, a impressão de que a síndrome do pânico e a depressão afetam essa geração em uma proporção ou mais conhecida ou maior do que nas gerações anteriores. O que não tenho competência para explicar. Embora tenha hipóteses a explorar, nesse sentido.

 

Em compensação, a destacar, com alegria, ela ter quatro características muito relevantes para a construção de sociedades e cidades saudáveis e sustentáveis. Grande parte dessa geração: aceita, de verdade, a diversidade; é radicalmente contra preconceitos, principalmente em relação à questão de gênero; valoriza a ética e a colaboração nas relações pessoais e profissionais; e se preocupa com a sustentabilidade do planeta.

 

Por isso, queridos e queridas da Geração Z, bem-vindos e bem-vindas ao mundo adulto. Deixem uma bela marca na história do mundo. Conto com vocês e contem comigo.

 

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